segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Na cidade não se vêm as estrelas
sábado, 10 de janeiro de 2009
Rotinas
Comer, dormir, andar, querer, esperar é tudo uma rotina.
Mas há quem goste de rotinas.
Há quem use as rotinas para conquistar outras pessoas e há quem crie rotinas principais só para criar rotinas secundárias.
Deixar de fumar é difícil quando é uma rotina.
Deixar de beber é difícil quando é uma rotina.
Começar a estudar é difícil quando não é uma rotina.
Basicamente, somos os seres mais evoluídos do planeta, mas aprendemos tudo por rotinas, como todos os outros animais. Vivemos toda a vida ligados às rotinas que os nossos pais nos ensinaram, que os nossos professores nos ensinaram, que os nossos colegas nos ensinaram e que alguém mais ou apenas a vida nos ensinou ou simplesmente obrigou a adoptar.
Trabalhamos em rotina, para ganharmos dinheiro em rotina, para gastarmos em rotina, para procriarmos em rotina, para criarmos filhos em rotina, para os obrigar a ter uma rotina, para eles estudarem em rotina e finalmente trabalharem em rotina e assim fecho este ciclo que nesta frase criei através da utilização de uma rotina verbal que ao longo de várias linhas habitou quem está a ler a seguir um raciocínio rotineiro do que é a vida.
Vida deve assim derivar do latim ou do grego da mesma palavra que deu origem a rotina.
Mas porra pah, a rotina é uma coisa tão chata....
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Life again..
triste porque ora despoleta como um raio de luz
ora se amufanha como um telhado que sucumbe à força que a neve nele exerce.
música..
a vida é música e a música é vida.
nestas voltas todas ainda acho que a música supera tudo e todos
dizem que ela, a música, é a expressão dos homens.
há músicas que se repetem em refrões, há músicas sem grandes versos, há milhões de tipos de músicas e há músicas como vidas...
há, ou houve, um homem que me fascina
ele cantava algo como:
"And now, the end is near;
And so I face the final curtain.
My friend, Ill say it clear,
Ill state my case, of which Im certain."
e na realidade, há momentos da vida que se parecem com estes versos
quando tudo parece realmente mau, mal feito e tudo definha na nossa cabeça
no entanto, a maneira como esta música acaba é algo espantoso (tal como a vida depois acaba por ser)
"For what is a man, what has he got?
If not himself, then he has naught.
To say the things he truly feels;
And not the words of one who kneels.
The record shows I took the blows -
And did it my way!"
para que serve um homem?
para que servem as tristezas e as alegrias quando chega um fim ou uma altura menos boa?
no fundo não somos nada e andamos a lutar por algo e no fim acabamos com nada;
ou seja, trazemos nada e levamos nada: o saldo é sempre positivo.
I will do it my way...sure i will
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Amigos
Por esse amigo mesmo ou esperamos que ele apareça?A sorrir e a perguntar como estamos?Depois nessa altura eu direi Estou bem, obrigado.E tu?
E aí esse amigo me dirá se está mesmo bem ou se está mal. Se está bem vamos rir um pouco com as peripécias da vida passada, presente ou mesmo futura. Se está mal tentarei consolar a sua mágoa e fazê-lo feliz.
Entretanto já me esqueci de mim...
E quando precisar de um amigo, vou mesmo ter contigo, ou espero-te só? Espero uma altura que possas e que eu diga tudo o que sinto?
E entretanto? Continuo a esquecer-me de mim e a pôr-me sentado numa cadeira todos os dias?
E quando precisar de um amigo, choro? Ou rio?
E quando me sentir só sozinho?
E quando me sentir só triste?
E quando me sentir sem saber o que sinto, simplesmente apático por não sentir os membros que me constituem o corpo mental tantas vezes mal alimentado e maltratado e desorganizado e desfigurado e sem sentido como uma frase longa sem pontuação nem pausas ou sentimentos sentidos?
enfim,
simplesmente digo a mim mesmo:
"tira a mão do queixo não penses mais nisso...."
Fado
Pah, tenho saudades do cheiro do fumo da lareira, do seu calor nos meus aniversários, nos meus natais, nas minhas passagens de ano, no dia dos reis, no carnaval, na quaresma, na páscoa e no finzinho da primavera.
Depois começa a aquecer e deixa-se a lareira. Começa a cheirar a flores, isto quando as manhãs já não são vividas pela geada. Depois cheira a Verão, num cheiro que nem hoje, 19 anos depois, sei descrever. É algo único: cheira a calor, as ervas secas, sei lá, cheira a vida, a amor..
Depois vem o outono e o inverno. Repetem-se as festas, as efemérides, as vidas, os costumes.
Sempre me falta, onde estou, algo ou alguém que está onde não estou. Não é tudo é só parte, mas às vezes custa a passar essa saudade. Custa a passar com o sono ou com o trabalho. Custa a passar com uma lágrima ou um beijo..
enfim,
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Família: cenas engraçadas about
Mas não foi bem isso que me fez escrever.
A cena é:
O que é a família para cada um de nós??
A Igreja Católica, pela mão de Cristo, diz que a família é a base da sociedade. E que a família é formada por um pai e uma mãe e os seus filhos, isto no geral. Ela nega que casais homossexuais ou divorciados ou em que algum conjuge seja poligâmico possam constituir uma verdadeira família, ao ponto de negar a administração de sacramentos a essas mesmas pessoas.
A segunda cena é: estará isso correcto ou não?
A priori, a minha mente liberal diz-me que está mal, porque isso é estar a negar a igualdade entre todos. E porque cada qual é como é, podendo ser boa pessoa sendo aparentemente "má" pessoa.
No entanto, não posso negar, que nos últimos tempos, os divórcios tenham aumentado, a cena de os homossexuais quererem compor família também, entre outros exemplos que a minha curta memória por vezes me omite. Ora, a par disso, aumentam também os problemas sociais. Há desemprego, falta de auto-estima, falta de dinheiro, falta de muitas outras coisas que os jornais e as televisões bem relatam. Não será, que poderá haver aqui uma ligeira correlação entre estas coisas? Ou será mesmo pesada? Será que toda esta crise se deve ao facto de todos quererem ter renunciado aquilo que outrora se disse e impos como correcto, pelo simples facto de se contrariar?
Não será, que com isto tudo se andaram a construir famílias instáveis e fragilizadas por estas coisas de pensar em frente?
Como dizia o amigo do Moita, as pessoas hoje em dia refugiam-se em tudo para tentar esquecer a crise, e isso inclui o jogo da roda, o futebol, o crime, a violência, a comida ou o alcool. Ora, como esses valores da família, da união, da inter-ajuda, do apoio incondicional, estão muito em desuso, devido aos factores que eu referi e a outros, ninguém se vira para a família e todos procuram a auto-ajuda em livros e milagres dos professores africanos que tiram o mau-olhado.
Não seria mais saudável voltarmos aos valores familiares invés de andarmos nesta santa hipocrisia de querermos resolver este problema social com comprimidos e terapias e terapeutas?? Eu acho bem que sim. O mundo já passou muitas fases e muitas delas serviram apenas para afastar o homem dele próprio, chegando-o próximo de tudo menos dos sentimentos. E esta é uma boa fase para que isso se inverta. Agora que se pensa na comida saudável, na energia renovável, era engraçado voltar também aos padrões sociais base que, esses sim, nos podem tornar um país mais forte.
Ora, o Jesus, não estava assim tão enganada ao dar essa importância à família, porque isso hoje em dia está-se a autodemonstrar.
Salvaguardo aqui a ideia, que isto não é falível. Apenas quero dizer que poderia haver muitas mudanças se a família fosse encarada com o valor que deve ter.
See you
Concentração
De início é alimentada pela semente que lhe dá origem, pelas energias acumuladas nessa mesma semente. Vai vivendo daquilo que lhe desperta interesse. Mais tarde, começa a ser imposta, alguém nos pede que estejamos quietinhos e calados e ouvir ou ver algo, mesmo que sejamos as crianças mais irrequietas do mundo.
Passado isto, começa a notar-se se somos ou não pessoas que têm boa concentração. Se os ramos da pequena plata estão fortes e as folhas saudáveis e a recolherem o melhor da luz do sol. Continuamos a insistir naquilo que nos desperta interesse mas cada vez mais temos de nos concentrar contrariando qualquer estímulo exterior ou mesmo interior. Vamos passando por vários níveis de exigência, na escola ou fora dela, e sempre a nossa concentração vai sendo testada e aperfeiçoada, ou não, consoante o poder que consigamos exercer sobre ela.
Há no entanto, fases em que essa planta precisa dos nutrientes certos que uma má alimentação não sabe dar. Há quem tome pequenas drogas, mas parece que isso faz bem a curto, mas destrói a longo prazo. Ora, nestas horas, em que eu olha para a minha plantinha da concentração e para todo o resto do jardim composto por outras plantas e penso que na realidade tenho de tratar de todas elas, e desta em especial, declaro a mim mesmo que tenho de saber mais e mais de mim. Que tenho de saber lutar contra as adversidades e tomar bons alimentos para que ela me possa ajudar na vida e no mundo.
terça-feira, 24 de junho de 2008
Freedom
Palavra de ordem dos ultimos dias: Vencer
para vencer é necessária força e coragem. Para se ter força é preciso comer e manter o corpo saudável. Para ter coragem é preciso comer e manter a mente saudável.
Para adquirir comida há os supermercados. Para adquirir uma mente saudável, alem de ter de ir a um supermercado, um ser humano tipo eu tem de procurar dentro de si aquilo que realmente o compõe e ver a qualidade dessa matéria. Se ela tiver qualidade siga e força que para a frente é que é lisboa. Se a matéria tiver deteriorada é preciso defenhar na imensidao da preguiça, da melancolia, do sofrimento, da entrega ao nada.
enfim... no fundo, vencer é ser livre. é estar alimentado e ter uma mente saudável de qualidade. há que habituar aos altos e baixos e aguentar sobretudo os baixos, porque os altos já nascemos naturalmente adaptados para eles.
viva o verão, a liberdade, a força, a mente e os supermercados (enquanto houver camiões)
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Joystick
Joy=Alegria ; Stick=BastãoJoystick=Bastão da alegria
Deixando-me de traduções à letra e de joysticks quero reflectir em conjunto com o estimado e querido leitor sobre o conceito de controlo. Metaforicamente este conceito pode estar associado ao joystick, dado que no mundo da realidade virtual, o joystick nos permite comandar as coisas.
Mas pensemos, no mundo real, quem é que tem o joystick? Quem comanda?
Começando pela nossa própria vida; quem manda nela? Quem a comanda?
Passando ao nosso mundo real exterior; quem manda nele? Quem o comanda?
E pensando no futuro de nós e do mundo; onde chegará ele? E como lá chegará?
Há crises na sociedade, na economia, no ego das pessoas e em muitos outros sítios. Mas o que causa isso é uma profunda e tenebrosa crise de liderança. Os nossos líderes ganharam o joystick (Bastão da Alegria) e agora divertem-se brincando e fazendo tudo o que podem para poderem desenvolver e enriquecer ao máximo aquilo que é mais importante para eles e todos nós: o seu próprio bolso. E nós, assistimos a tudo numa turbulenta calma cheia de manifestações que servem para que os governantes saibam que ainda há pernas no nosso mundo e que "ladramos mas não mordemos".
Os líderes nacionais apelam à poupança, mas queimam mais dinheiro que a central termoeléctrica que está à entrada de Lisboa. E isto, pensando sempre no meio ambiente, na sustentabilidade e em todas essas coisas bonitas.
Os líderes mundiais apelam a que as pessoas vão às compras para poderem esquecer as tragédias.
Isso sim, é um grande golpe ao nosso comando, deixarmo-nos ir para onde os outros querem sem questionarmos o porquê.
Ir à compras é um pau de dois bicos e não resolve absolutamente nada a não ser aumentar os rendimentos dos líderes mundiais, que exploram os pequenos e querem arrastar as massas a serem pequenos bonecos comandados pelo seu joystick.
Entretanto, andamos todos contentes pensando que quem manda somos mesmo nós. Que o facto de nos subjugarmos ao que nos é possível ou mais fácil nos trará mais felicidade. E depois deparamo-nos com o desemprego porque não temos líderes e porque temos uma massa de trabalho pouco formada, porque não teve condições de se formar ou simplesmente teve preguiça de o fazer. Deparamo-nos com poder podre sem escrúpulos, alpinistas sociais que fazem fraudes desde o pré-primário até à faculdade só para encherem, como diz a minha avó e peço desde já perdão, o "cú" de dinheiro.
E nisto, andamos atrás de promessas, sindicatos, partidos, religiões e futilidades de comprazinhas só para andarmos hipnotizados e esquecermos o potencial que temos, cada um dentro de si.
"A quem muito é dado, muito é exigido", mas nós limitamo-nos a acenar com a cabeça ao facto de sermos os coitados da cauda da Europa e esperar que alguém faça alguma coisa por nós.
A história tem provado ao longo dos séculos que as pessoas raramente se apercebem dos seus verdadeiros salvadores, e alguns acabam mesmo por ser crucificados. Entretanto idolatram-se ídolos de pés de barro que dizem ter olhos para as coisas, mas que têm é muita lábia.
Contudo, sempre disse que as pessoas gostam de ouvir aquilo que querem ouvir, nem que isso não seja a verdade. E no mundo de hoje onde a publicidade e a maquilhagem são artes mais do que aperfeiçoadas, a cantiga do bandido soa a hino da nação, e os lobos maus cheiram a salvadores.
Onde anda toda a gente com a cabeça? Ou sou só eu que ando a ver mal? Estarão os óculos sujos??
A política portuguesa é uma sujeira e não encontro ninguém, de nenhuma cor política que me inspire confiança. Têm todos cara de abutres, de charlatões, prontos a receber mais um título para lhes engrandecer a reforma.
A administração pública está um caos, porque mais uma vez o pessoal acreditou no mito dos recursos infindáveis, mesmo depois de ouvir que o peixe está a acabar no mar. E nesta situação, as pessoas boas até se retraem de fazer o bem quando vêem que o mal é que resulta. A corrupção é que resulta. O tráfico é que resulta. A violência é que resulta.
Depois destes dois pilares anteriores temos a sociedade, que influenciada por tão bons líderes tenta ser ainda pior que eles. Depois temos os imigrantes que sentem em Portugal uma casa muito melhor que aquela que deixaram em África ou no Leste da Europa, mas que depois chegam aqui e vêem o estado disto e conseguem ser ainda melhores que nós. Conseguem rapidamente aprender a estorquir os outros, a enganar, a mandriar, a roubar, a contribuir para ainda nos afundarmos mais. Contudo, e não pense o estimado leitor que sou xenófobo, o povo português também gosta do assalto e da insegurança nas grandes malhas urbanas, que conseguem grandes proezas como as de juntar pobres e ricos em quarteirões contíguos e de absorver todos os fundos e capitais nacionais, deixando o interior empobrecido, isolado e deserto. Interior esse com maus e demorados acessos que não atraem as grandes massas, que preferem a calma e a natureza apreciável num centro comercial onde "há tudo".
Depois o património, que o governo esquece ou vende porque é tanto ou o património que o governo quer desenfriadamente construir porque vai amealhar uns "cobres" e porque até tem ex-ministros em firmas de renome nacional e internacional.
E lembre-se o leitor que o título do tópico é Joystick. E lembrando-se, pense, em que mãos anda o joystick para que isto tudo aconteça? Mandamos mesmo alguma coisa? Não. E porquê? Porque não queremos. Porque fizémos revoluções para que caissemos novamente em ditaduras maquilhadas e devidamente publicitadas que parecem tão livres que até nos rimos quando gozam com elas.
Começa a ser hora de dar um murro na mesa. Isto de deixarmos o joystick por aí nas mãos de quem quer já deu neste belo preço dos combustíveis e nesta bela qualidade de ambiente que cada dia vamos tendo de forma pior. Os combustíveis que pareciam inofensivos quando eram a 20 tostões o litro são agora o nosso pior inimigo porque já os deixámos entrar tanto na nossa vida sem nunca nos perguntarmos o que estávamos a fazer. E o ambiente, que parecia eterno e imutável, afinal não é assim tão sólido. Mas o mais gravoso, é que a Terra, sendo um sistema auto-equilibrável, vai conseguir superar todos estes problemas ambientais, tal como o homem antigo pensava, mas com uma diferença: é que o homem poderá não aguentar a superação reactiva da Terra, porque comparado com ela é uma criança.
E no meio desta brincadeira toda, há malta que pergunta Mas onde é que está Deus nesta altura que é tão preciso para resolver os nossos problems? Ora, Deus tem sido afastado da nossa vida por nós mesmos e agora é um pouco estranho que queiramos que Ele venha de um dia para o outro resolver a bacurada toda que fizemos. E Ele só virá no dia em que O deixarmos entrar e percebamos que Ele está em tudo quando não exploramos indevidamenete os recursos naturais e humanos, quando usamos o dinheiro para muito mais do que resolver os nossos problemas, quando não pensamos em nós e na nossa preguiça ou nos outros e nos seus defeitos, quando perecebermos que temos de trabalhar com sacrifício pelo nosso país para que ele saia da crise que está a passar em todos os níveis éticos, sociais, humanos e materiais.
Enfim, sou um triste a pregar para o deserto cibernautico.
E o título era o joystick... Onde é que ele anda?
segunda-feira, 26 de maio de 2008
O que somos
O que somos quando tudo que temos não vale mais que um relógio partido que nem as horas deixa ler?
De que vale a alegria de conhecer as mais lindas praias do mundo se outros nem podem sair do seu quarteirão, presos à necessidade de guardar o pouco que têm?
Que alegria é essa que nos agarra aos bens que se tocam?
Que alegria é essa que nos agarra aos amigos?
Que alegria é essa que é tudo quando nem um relógio temos?
Que sorte é essa de nascermos com tudo se não sabemos ganhar nada?
Que alegria é essa em ser feliz com o pouco que a mão vai conseguindo apanhar?
Quem somos nós no Mundo se não o queremos igual se somos no fundo todos iguais?
Porquê tanta coisa se "o essencial é invisivel ao olhos"?
Porquê tanta coisa se Deus e os deuses vivem no coração das pessoas e não no seu exterior?
Porquê tanta ambição se acabamos todos da mesma forma sucumbidos como pardais à morte certa?
O que queremos não sabendo o que queremos mesmo?
De que serve querer se não se sabe para onde se vai?
sábado, 17 de maio de 2008
A-team
Ten years ago, a crack commando unit was sent to prison by a military court for a crime they didn't commit. These men promptly escaped from a maximum security stockade to the Los Angeles underground. Today, still wanted by the government, they survive as soldiers of fortune. If you have a problem, if no one else can help, and if you can find them, maybe you can hire... The A-Team.
If you have a problem, if no one else can help, and if you can find them, maybe you can hire... The A-Team

quarta-feira, 7 de maio de 2008
Fx U
"When you try your best, but you don't succeed,
When you get what you want, but not what you need,
When you feel so tired, but you can't sleep
Stuck in reverse!
And the tears come streaming down your face
When you lose something you can't replace
When you love someone, but it goes to waste
Could it be worse?
Lights will guide you home
And ignite to bones
And I will try, to fix you"
em poucas palavras esta letra diz tudo.
é só para fazer pensar
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Os grandes PORQUÊS do meu mundo:
MAS PORQUE RAIO ESTA FUNÇAO ME FAZ ALGO QUE EU QUERO SEM EU LHE PEDIR???:
function [ ] = ErrMetNewtonf2( )
z=2.1745593;
x0= 1;
f= 1/((x0)^(8)) - (1/500);
g = (-8*(x0)^(7))/((x0)^(16));
x1 = x0 - (f/g);
n = 0;
while (abs(x1-x0) >=(10^-6) )
x0=x1;
f= 1/((x0)^(8)) - (1/500);
g = (-8*(x0)^(7))/((x0)^(16));
x1 = x0 - (f/g);
fprintf('o erro da iterada e %d e: %d\n', n+1 , abs(z-x1));
n=n+1;
end
end
ans:
>> ErrQmetNewtonf2
o erro da iterada e 1 e: 8.279830e-001
o erro da iterada e 2 e: 5.684044e-001
o erro da iterada e 3 e: 3.390023e-001
o erro da iterada e 4 e: 1.597208e-001
o erro da iterada e 5 e: 4.905848e-002
o erro da iterada e 6 e: 6.517067e-003
o erro da iterada e 7 e: 1.532845e-004
o erro da iterada e 8 e: 9.799980e-008
o erro da iterada e 9 e: 5.137438e-014
o erro da iterada e 10 e: 5.740386e-016
nao é fantastico??
eu nao perecebo a funçao mas ela percebe-me a mim.
(preciso mesmo de encontrar alguem que seja assim)
(e alguem que tambem entenda de ACED, ja agora)
Egoísmo
E a pensar se realmente sou bom para os outros.
Quase concluí que a minha bondade é um reflexo do meu egoísmo, porque sou bom e atencioso (por vezes), para que os outros gostem de mim e me estimem; e isso não é ser-se senão egoísta.
Afinal, todos os passos que dou são egoísmos..(e eu que até defendia que o egoísmo é um crime moral).
E se calhar é mesmo um crime moral. E se calhar é mesmo a mais correcta e pura realidade humana.
Mesmo que me conforte saber que com o meu egoísmo posso amar pessoas também me desconforta saber que o meu egoísmo magoa pessoas.
Dado que referi o "(por vezes)" umas linhas acima leva-me a atalhar que ser arrogante ou mesmo mesquinho, "desumano" ou maléfico, coisas que não faço para que as pessoas gostem de mim ou me estimem é na realidade a minha realidade.(mas isso acaba por ser pior ainda que ser egoísta)
Resumindo e baralhando, não sou um bom caso de estudo para mim mesmo porque ou me conheço bem de mais ou mal de menos, o que é desconfortante quando se pensa nesta *estória do egoísmo.
(*estória não é um erro)
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Comida transexual
A senhora assim: O que quer? e eu: Quero dessa carne aí ( e apontei para uma carne fatiada assada). E ela: Mas isto é macrobiótica...Ok ok, então quero peixe...
Acho uma profunda falta de bom gosto os homens vestirem-se de mulheres para enganar outros homens, bem como mulheres vestirem-se de homens para enganar outras mulheres ou simplesmente para poderem ser professores de ACED do IST.
Agora mascararem um "bife" de seitan e rebentos de soja e tofu e broculos e tudo que é comidinha que a minha maezinha dava ao porco mascaradinho de carne assada acho que é duma crueldade total.
Esta culinária já não é o que era.
QUEREMOS ISCAS NA CANTINA!!!
(depois queixam-se que os alunos têm más notas... pudera; a comer estas porcarias por 2,10€ antes dos testes não vamos longe)
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Chama Olimpica
Gostaria de pedir as altas patentes da administraçao nacional que leêm assiduamente este blog que fizessem tudo por tudo para que a chama viesse cá.
Isto porque se ela ca viesse as pessoas iam todas concentradas para os jeronimos ou para a expo e eu assim ia mais rapido para a faculdade. a malta dispersava e depois o autocarro ia sempre "lha dar".
Depois era tambem uma maneira de portugal aparecer nas tvs do mundo todo com os nossos manifestantes a apoiar o tibete e os chineses todos do martim moniz a matar esses manifestantes. Era giro.
Fica aqui o repto.
terça-feira, 15 de abril de 2008
O homem existe para a mulher
E a mulher para o homem.
O homem existe para o homem,
E a mulher existe para a mulher.
(Tantas guerras que se evitariam se todos percebessem
Aquilo que realmente vale,
Aquilo pelo qual deveremos lutar,
Aquilo que nos engrandece como espécie,
Aquilo que nos tira do chão, que nos impede de andar de rastos ou em quatro apoios.
Aquilo a que chamam inteligência.
Isso que se pode e deve aliar aos sentimentos
E se deve usar para separar as coisas boas das más
Como uma criança separa as coisas que lhe são queridas das que não são
Às vezes só com um simples sorriso.
Às vezes é nas crianças que as coisas mais simples do mundo vivem.
Às vezes é nos sentimentos que elas ainda têm puros que deviam ter inspiração as grandes obras do mundo.
Às vezes deviamos deixar o Amor falar.)
As lágrimas existem para materializar a alma
E o sorriso para encher o coração de alegria.
O Amor existe para mostrar
Que por muitos pontapés que o mundo leve
Há sempre dentro do Homem algo que é mais do que carne:
Que é força e natureza firme,
Que há uma chama dentro dele,
Uma chama que alguns chamam deus,
Outros chamam honra, e outros apenas coração, "bom coração",
E que eu chamo amor, Amor.
sábado, 29 de março de 2008
"Para quem vem para Lisboa sózinho e não tem um grupo sente-se perdido no mundo. Nas aldeias as pessoas conhecem-se, falam nos cafés, tratam-se pelos nomes. Em Lisboa não: ninguém na rua te vai tratar pelo teu nome, Lisboa é um mundo anónimo. As pessoas não se conhecem."
E a bem ver, em Lisboa as pessoas não se conhecem e nem se querem dar a conhecer. A agitação das ruas esconde as pessoas. Raramente se vê convivio entre os transeuntes e em muitas das vezes são pessoas que não regulam muito bem da cabeça e metem conversa para falar do Benfica.
Ontem na TV, satirizaram o governo, dizendo indirectamente que este poderia mexer em todos os pilares da sociedade: na saude, na educação, na justiça ou mesmo na defesa. Só havia um pilar da sociedade que não poderia ser abalado: o Benfica. E não é que a sátira até faz sentido?
Mas voltando ao meu "amigo" arraiano, ao qual eu acenava manifestamente que sim às coisas que ele falava e eu não percebia, e que misturadas com os ruídos aparatosos de um autocarro em fuga para encontrar a sua última paragem, construiam a nossa conversa.
Esse meu "amigo" (ou conhecido, atendendo ao escasso tempo a que já o tinha conhecido) falava da saudade da sua terra, da sua infancia, das suas histórias, da neve e da alegria que esta traz, e da neve e das tristezas que esta traz.
Falou-me indirectamente entre linhas da pobreza da sua infância e daquilo que o interior português viveu durante anos, e que hoje já não vive porque a agricultura é a arte de empobrecer alegremente; e porque os animais e as culturas sofreram evoluções técnicas tão rápidas que a ligeira corrente de água que passa nos rego não conseguiu acompanhar.
A neve, para quem não a vive uma temporada inteira na pele, é um grande inimigo: "o gado comia os fenos e as forragens guardadas durante 2 e 3 semanas e por vezes as pessoas levavam as mãos à cabeça porque já não havia que comer." Os chãos ficavam cobertos e era impossível às ovelhas, às vacas ou às cabras rapar o que quer que fosse do chão.
Conta o meu avô, que é duma latitude e altitude mais baixas que o arraiano, que o gado descia a serra no inverno e pastava os lameiros e prados do sopé da montanha e que no verão, quando tudo secava nos terrenos que outrora alimentaram o gado serrano, rebanhos enormes romavam à serra repleta de verde, numa fusão de pequenos rebanhos de uma dimensão que não consigo imaginar.
E isto tudo porque? Porque no meio da 2ª Circular, num "Carris" articulado que parece uma bailarina aos pulos, rodeada de gente anónima, distante e presentemente ausente, falar de rebanhos, de serras e de neve faz-me sair daqui e sentir alegria e orgulho da minha identidade.
domingo, 3 de fevereiro de 2008
Eu prefiro acreditar nas pessoas que fazem o mundo parecer o paraiso e onde a excepção à regra são a violência, que já baixou tanto o preço que já é gratuita, e outros horrores que vai havendo por essas ruas fora.
Ontem vi um video impressionante que partilho aqui:
Faz pensar

